Produção Animal

Solução em Pastagens

A pecuária brasileira é caracterizada em possuir a maior parte de seu rebanho criado a pasto (FERRAZ; FELÍCIO, 2010), em uma área total de 168 milhões de hectares de pastagens para 212 milhões cabeças de bovinos, já que esta forma é a mais econômica e prática de produzir e oferecer alimentos para os bovinos. Em decorrência dessa vocação da pecuária brasileira, advinda, principalmente, das características climáticas, com altas temperaturas e radiação solar frequente, e da extensão territorial do País, o Brasil tem um dos menores custos de produção de carne do mundo (CARVALHO et al., 2009; DEBLITZ, 2012; FERRAZ; FELÍCIO, 2010).

Comparativamente a países onde o sistema de confinamento é a base da produção de carne, como por exemplo os Estados Unidos, onde o processo de oferta do alimento para o gado requer o uso intensivo de mão de obra, máquinas, equipamentos e combustível fóssil, no Brasil essa colheita é feita predominantemente pelo próprio animal, por meio do pastejo (DIAS-FILHO, 2011).

Por outro lado, a média brasileira de produção de carne atinge 45,8 kg por animal/ano, enquanto que os americanos alcançam números próximos de 133 kg por animal/ano, com um número reduzido de cabeças. Mas qual a explicação para isso? Atualmente tem-se uma alta incidência de pastagens degradadas no País e a estabilização da pecuária desenvolvida a pasto, como atividade improdutiva, dado pela falta de conhecimento técnico e/ou escassez de recursos.

Nesse contexto a ESALQ Jr. Consultoria se vê como um papel importante de realizar a transferência do desenvolvimento de pesquisa da universidade, por meio do processo de extensão para os produtores. Por isso a empresa oferece alguns serviços de modo a direcionar a produção e buscar maiores rendimentos na propriedade, a fim de possibilitar a permanência na atividade, como:

Escolha da espécie/cultivar forrageira: A escolha da forrageira para implantação de pastagens é uma decisão difícil, mas extremamente importante para o sucesso da atividade pecuária. Existem inúmeras espécies forrageiras para as condições brasileiras, variando desde a braquiária até capim-elefante. Assim, será realizado estudo de viabilidade técnica da propriedade, com levantamento de dados de temperatura, radiação solar, solo, pluviosidade, resistência à seca, resistência à fogo, resistência à frio, entre outros fatores de relevância em uma série histórica de aproximadamente 30 anos, adquirindo o embasamento necessário para escolher a espécie mais adaptada para a propriedade;

Orçamentação forrageira: É de conhecimento geral estacionalidade de produção das pastagens ao longo do ano, com taxas inferiores de produção de matéria original durante o período da seca, compreendido entre abril e setembro. Para isso, o cálculo de produção da forragem ao longo do ano é feito como ferramenta para tomada de decisão de compra e venda de animais, ou seja, evitar que durante a seca os animais tenham perda de peso, significando consequentemente redução da margem de lucro; planejamento para ensilagem e/ou conservação de volumosos antecipadamente e uso de pasto com alto valor nutritivo e de qualidade;

Reforma/Recuperação: É muito recorrente a dúvida se há a necessidade de se recuperar e reformar o pasto, e qual dos dois deve-se fazer e de qual maneira. Visto que a reforma tem um custo de aproximadamente R$ 2.100,00 e o custo da recuperação é 60% desse valor, a decisão correta pode significar uma renda extra para a atividade.

Níveis e época de adubação: Com o uso da análise química do solo, são definidas a correção e adubação do solo de forma a atender as exigências do capim. Para a manutenção da produção, tanto qualitativa quanto quantitativa, são exigidas adubações periódicas adequadas de modo a atender o sistema de pastejo empregado e a taxa de lotação, garantindo a qualidade do volumoso e o alto desempenho animal.

Controle de pragas e doenças: É recomendado o manejo preventivo e/ou corretivo a fim de evitar que a infestação atinja a interferência econômica na cultura. Assim, é de extrema importância o conhecimento dos métodos de controle, de acordo com o número de plantas-insetos/m², as doses e produtos recomendados no caso de controle químico; espécie de insetos a serem distribuídos pela área na escolha de controle biológico e as medidas culturais para o controle físico.

  • Escolha da espécie/cultivar forrageira
  • Orçamentação forrageira
  • Reforma/Recuperação
  • Níveis e época de adubação
  • Controle de pragas e doenças
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